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Em 2000, “instalámo-nos” numa ex-biseladora de Lisboa, numa rua abaixo do nível das do lado, cada vez mais complicada e que poucos lisboetas conhecem. Para essa rua dão as garagens do Banco de Portugal e as traseiras da ex-“Sopa dos Pobres” (Centro Social de Apoio dos Anjos); a imensa sede de uma enorme empresa de telecomunicações (que fechou antes de começar) e várias pequenas oficinas. E por lá anda gente com fomes várias: prostitutas (e seus clientes), sem-abrigo (e seus protectores) e agora muitos toxicodependentes (e seus fornecedores), além de imigrantes de vários continentes - assim descrevíamos o local em 2003.
Quando encontrámos esta sede, com dois pisos, ela era assim:
Foi neste espaço que fizemos a Feira de Maio de 1999, ainda antes de lá nos termos instalado.
O ano de 2000, anterior à ESTACA ZERO, foi um ano de obras.
Depois das obras, foi ficando assim:
entrada
1º
piso
2º
piso
Depois da ESTACA ZERO, o Regueirão passou a estar aberto às sextas, sábados, domingos e segundas das cinco da tarde à meia-noite. Para saber o que por lá se foi passando, clicar aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui
Agora só abre às segundas feiras das cinco da tarde à meia noite. À noite há NÃO É CINEMA.
Para quem quiser encontrar mais facilmente o lugar
Transportes Metro: Anjos ou Intendente Eléctrico: 28 Autocarros:
6, 12, 26, 30, 34, 40, 60 |
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