Nov-Dez 05

põe, rapa, empurra, cai

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

regueirão dos anjos 68

 

1150-030 lisboa

 

Tel: 213521685

 

 abrilemmaio@sapo.pt

 

procurar as respostas mais nítidas às inquietações que temos 

fazer as perguntas mais intrigantes às certezas com que vamos vivendo

 

A Abril em Maio nasceu em 1994 em Lisboa. Foi o ano do vigésimo aniversário do 25 de Abril. Lisboa era Capital da Cultura. Por que nasceu e para que nasceu está explicado numa primeira carta de princípios.

Sediada numa muito pequena ex-loja da Rua da Verónica (Bairro da Graça) em 1995, instalou-se em 2000 numa vastíssima ex-biseladora no Regueirão dos Anjos.

 

E que foi fazendo durante estes 10 anos?

 

FEIRAS e BANCAS de livros, discos, vídeos, desenhos, artesanato, papel reciclado, produtos de agricultura biológica, sempre com descontos, onde tentou mostrar e divulgar o que o mercado tantas vezes esconde.

 

CICLOS e GRANDES COLÓQUIOS com temas pouco discutidos e pouco na moda.

 

CONVERSAS e DEBATES sobre assuntos não muito fáceis, sobre livros (nem todos acabos de sair), filmes e CDs.

 

TEATRO e CONCERTOS feitos por gente muito variada que tem mesmo querido fazer o que faz, com as dificuldades que tem.

 

EXPOSIÇÕES, muitas de fotografia - e à volta dela pôs questões.

 

FILMES e VIDEOS, mantendo desde 2001 sessões semanais a que chamou "Não é cinema".

 

 ATELIERS, oficinas, espaços e tempos de aprendizagens, alguns deles para gente muito nova - "meninos sem juízo" lhes chamou por vezes .

 

VIAGENS e IDAS COLECTIVAS a espectáculos e exposições, por vezes.

 

livros, revistas, brochuras, e editou outras coisas também (dos postais às t-shirts), sem esquecer as agendas. "Caderno do Elefante" se chamaram.

 

E, desde 2000, a LEITURA FURIOSA para gente "zangada com a leitura" que organizou anualmente, com o Cardan de Amiens. Em 2004, também com o Cardan, começou a produzir um Novo Guia de Lisboa com quem não é nem historiador nem turista. 

 

Em 2004, o CINECLUBE JAZZ, sessão mensal imaginada por Zé Duarte - um filme com Jazz dentro e conversa (antes e depois e por vezes durante) com o próprio Zé Duarte.

 

Participou em encontros e colóquios organizados por outras associações, e criou relações muito especiais com a Lega di Cultura di Piadena (Itália) e o Cardan de Amiens (França).

 

Manteve aberta durante 4 dias por semana - de sexta a segunda - no Regueirão, uma Loja com descontos (onde a livraria tinha a parte maior) e um Bar a preços reduzidos. 

 

Em meados de 2005, depois de uma crise (fenómeno habitual em associações), a nova direcção entendeu que era preciso mudar de vida e repensar o futuro da associação, o que passa pelo menos por : encerrar a Loja, utilizar as instalações para acções concretas decididas pela direcção, circunscrever o uso do Bar ao apoio a essas acções; realizar um processo de refiliação de sócios.

 

Para, até ao fim de 2005, a Abril em Maio, com gente que ultrapassa as fronteiras dos sócios, ser capaz de apoiar a realização do número Zero de uma nova revista, cujo conteúdo será o registo e o balanço das actividades desenvolvidas -  um exercício de memória, mas sobretudo de pensamento prospectivo: que intervenção no futuro? E conseguir, a propósito dos trinta anos do “verão quente” de 1975, organizar um ciclo “comemorativo” dos “excessos do Prec".

 

Já em 2000, com a passagem para o Regueirão,  tinha acontecido a ESTACA ZERO, que deu origem a uma segunda carta de princípios, nunca formalmente aprovada, "sempre em discussão" e tantas vezes esquecida...

 

Em resumo: O FUTURO É AGORA. Foi e sempre será. 

 

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